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Quinta, 31 Dezembro 2009 16:01 |
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É o último dia do ano e tenho estado desde manhãzinha a escrever e retocar os meus projectos para 2010.
Lá fora a chuva vai caindo entre piscadelas de olhos dos raros raios de sol que vencem as nuvens.
Depois duma marcha acelerada numas voltas ao jardim do bairro, retomo revigorado a minha posição frente ao teclado, com acesso à maior parte da informação existente no mundo e aos pensamentos das grandes mentes, de vivos ou mortos.
Nos meus dedos, o acesso a centenas de fantásticos clientes ou amigos virtuais, que me deram a honra da sua confiança, com importantes negócios e decisões de marketing. Deram-me autorização para falar com eles quando sentir que tenho algo de significativo para dizer, o que é um enorme privilégio.
A World Wide Web é o desenvolvimento tecnológico mais radical desde a descoberta do fogo e há 20 anos atrás nem sequer existia. A mais influente empresa da Internet também não existia 12 anos antes. Nos próximos 10 anos, muitas empresas pujantes surgirão mais depressa que a Google, e farão ainda mais dinheiro.
Daqui a 5 anos V. pode estar num negócio que nem era imaginado em 2009.
Que tempo incrível para se viver.
Sim, conheço os problemas. Sei do aquecimento global, da escravatura existente, dos terramotos e tsunamis e do terrorismo internacional. Sei do cancro e da Sida e das carnificinas do século XX, da poluição na China e de tantos |
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Quarta, 23 Dezembro 2009 12:30 |
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A personalização baseada na actividade das pesquisas no Google foi tornada geral para todos os utilizadores que não optarem por recusá-la.
Desde 4 de Dezembro de 2009 que a Google tornou público serem agora os resultados das pesquisas afectados pelo comportamento dos utilizadores nos 180 dias anteriores.
Estas tendências já vinham a ser implantadas anteriormente para aqueles que optavam por aderir a essa faculdade. A partir de agora, a situação é oposta, quer dizer que só quem não quiser encontrar listagens afectadas pelas pesquisas feitas anteriormente, poderá encontrar resultados reais dos posicionamentos ditados pelo algoritmo que classifica e indexa as páginas na pesquisa Google.
As implicações desta situação passam por nos serem apresentados resultados nas pesquisas em que as primeiras páginas serão aquelas que habitualmente já pesquisamos e que a Google interpreta como tendo maior interesse para nós. Ou seja, se eu como cozinheiro estou frequentemente à procura de novas “receitas” de bacalhau, quando pesquisar pelas “receitas” mais vezes prescritas para enfartamento alimentar ou inquirir qual o aumento das “receitas” registadas nos impostos sobre a alimentação, verei resultados adulterados em função dos meus hábitos anteriores de cozinheiro.
Este mesmo comportamento terá implicações a nível de trabalhos de
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Sexta, 18 Dezembro 2009 13:09 |
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Os investimentos das empresas previstos até 2014 nos Estados Unidos para divulgação dos seus websites, manterão a linha de crescimento que têm vindo a registar nos últimos anos, como pode ver no gráfico.
 Investimento Seo e PPC 2009-14
Estes números são tão de assinalar tendo em conta as mais recentes novidades apresentadas pela Google. Refiro a importância que virão a representar algumas alterações na apresentações dos rankings das pesquisas, no que diz respeito à importância crescente que as pesquisas em tempo real poderão vir a significar.
Estes resultados merecem uma análise mais detalhada tendo por base o mesmo estudo da Forester Research Inc. , em que são mostrados os valores previstos a três anos, para as diferentes plataformas em que as empresas investirão na procura de cimentar a sua presença junto do público.
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Sexta, 09 Outubro 2009 12:55 |
Acabei de ler um post interessante do Randfish, do SEOmoz com mais um par dos seus gráficos porretas. Ele aborda o eterno discurso white hat SEO de fazer SEO para as pessoas, e não para os search engines."Faça um site bem feito para as pessoas que os sites de busca vão gostar". Ele ataca esse conceito, e afirma que um monte de ações que fazemos em um projeto de SEO jamais seriam feitas caso não existissem os sites de busca, como robots.txt, sitemap.xml, meta tags, etc...
Quando trabalhamos title e meta tags, porém, estamos trabalhando o que o usuário LÊ nos resultados de busca, logo estamos visando sim o usuário, e o site de busca é apenas o intermediário da mensagem. Mas o conceito apresentado por ele é fundamentalmente correto e aplicado pela SEO Marketing. Nos nossos projetos de SEO, focamos sempre no usuário final, mas cobramos - e bem - para fazer com que os sites de busca consigam encontrar e rankear bem |
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Domingo, 27 Setembro 2009 10:23 |
Semana passada, voltou à tona um assunto que eu já considerava morto, e o Google finalmente jogou a pá de cal no assunto. Matt Cutts reforçou que as meta name="keywords" não são usadas pelo Google no cálculo do posicionamento de sites.
Verdade seja dita, quando otimizo um site ou monto uma campanha Adwords uso bastante o meta name=keywords, mas como fonte de consulta de palavras-chave em sites de concorrentes. É significativa a quantidade de sites que ainda colocam as suas principais palavras-chave de trabalho nessa meta tag.
Existe um princípio básico que justifica ao Google e demais search engines sérios ignorar o meta keywords: não são vistos pelo usuário! O que os olhos não vêem o coração não sente, e o que o usuário não vê o Google não |
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